Crítica: Divertida Mente

No último sábado fui convidada pelo Plaza Niterói – muito obrigada! Divertida Mente, a última produção da Disney Pixar. Sou suspeita pra falar porque sempre amo os filmes da Pixar, e esse é especial.

A história gira em torno dos sentimentos Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, que habitam a mente da menina Riley. Após uma mudança, a Alegria e a Tristeza acabam sendo expelidas da Sala de Controle, e tentam voltar para consertar a situação, que não consegue ser controlada pelos outros sentimentos.

Por mais que seja um filme divulgado para as crianças, também agrada os adultos. Além de muitas risadas, também há momentos tristes e de reflexão sobre a infância, os sentimentos e amadurecimento. O que me impressionou foi a versatilidade e criatividade do roteiro, que nos leva a sentir diversas emoções durante o filme, com piadas hilárias e cenas tristes. Os personagens são super fofos e bem desenvolvidos: cada um tem sua cor e personalidade própria. Aliás, o trabalho das cores do filme é incrível!

Pra mim, Divertida Mente é um dos melhores filmes da Pixar, e está na minha lista de melhores animações da produtora junto com Up e Ratatuille. Imperdível.
Divertida-Mente