Crítica: The Maze Runner

Indo na mesma onda de Jogos Vorazes e Divergente, The Maze Runner (no Brasil Maze Runner: Correr ou Morrer) é mais um filme adaptado de um livro bestseller de ficção científica/aventura, onde jovens têm que realizar proezas para alcançar algum objetivo em um mundo devastado. Nesse caso, Thomas é colocado sem memória em uma comunidade só de meninos. Depois de descobrir que eles estão em um imenso labirinto com muitos perigos, Thomas quer reunir forças com seus novos amigos para que eles escapem de lá e descubram o por quê de estarem todos confinados nessa comunidade. O papel principal é de Dylan O’Brien – nunca tinha visto nada com ele, mas gostei – e os outros também não conheço. O único ator que eu conhecia era o Thomas Brodie Sangster, que fez Jojen Reed em Game of Thrones. Apesar do elenco “desconhecido”, eles formam um grupo coeso, que trabalha bem. As cenas de ação são bem tensas e bem dirigidas, com ótimos efeitos. Pra quem gosta do gênero, é um filme que entretêm, e tem uma continuação vindo por aí em 2015.

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