Crítica: “O Lado Bom da Vida”

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012) foi o filme responsável por dar um Oscar de melhor atriz para Jennifer Lawrence e uma indicação de melhor ator para Bradley Cooper (no total foram 8 indicações no Oscar 2013!). Ainda tem Robert DeNiro no elenco, que é um plus a mais.

A trama gira em torno de Pat (Bradley Cooper) um ex-professor afastado do cargo por problemas com sua ex-mulher, que o levaram a passar 8 meses internado em uma clínica psiquiátrica.

Depois desse tempo, ele tem que morar com seus pais e se manter afastado de Nikki, sua ex (por quem ele é obcecado). Na clínica ele aprendeu uma nova filosofia de vida, que é ver o lado bom das situações, e tenta colocar isso em prática. A partir daí o filme se desenvolve e vemos que Pat possui um transtorno psicológico que não só o afeta como também a seus familiares. Então ele conhece Tiffany, personagem de Jennifer Lawrence, que é bem parecida com ele, e mesmo com alguns tropeços eles começam a se ajudar.

Apesar de o filme ser lento, os personagens são bem construídos pelos atores, que estão em uma sintonia incrível. O Lado Bom da Vida é um tanto previsível, mas o assunto que ele aborda é muito importante. É preciso discutir a questão da doença mental, que ainda é um tabu na sociedade.

Não é um dos meus filmes preferidos, mas é um filme que deve ser visto.