Crítica: “A Bela e a Fera”

Depois de muita ansiedade pra ver o novo live action de princesas da Disney, finalmente chegou o dia de ir ao cinema pra ver A Bela e a Fera.

Emma Watson vive Bela, Dan Stevens é a Fera, Luke Evans é Gaston. Além disso, tem Ewan McGregor como Lumière, Ian McKellen como Horloge e Emma Thompson como Madame Samovar – que elenco de peso! Gostei muito das interpretações dos atores, que aceitaram o desafio de recriar um filme tão querido pelo público. Não preciso nem dizer que Emma tá maravilhosa né – e canta!

O roteiro é basicamente o mesmo do desenho: Bela acaba prisioneira no castelo da Fera em troca da liberdade de seu pai, que tinha sido preso por pegar uma rosa do jardim. Durante esse período, ela e a Fera se aproximam e se apaixonam. Gostei que tem mais sequências mostrando a aproximação dos dois do que no desenho.

Como o que aconteceu com Cinderela, o live action de A Bela e a Fera é bem parecido com a animação. Tem as mesmas músicas, com a adição de umas duas ou três para explicar algumas coisas que foram adicionadas ao roteiro, e até algumas falas são iguais.

Os efeitos especiais são bem feitos – se não fossem ia ser bem ruim, já que metade do elenco é animado. E os figurinos são incríveis – teve post sobre o vestido da Bela aqui. Acho que fiquei mais encantada com o visual do filme do que com a história em si.

Enfim, A Bela e a Fera é maravilhoso e já quero ver de novo pra prestar mais atenção nos detalhes porque a primeira vez foi muita emoção!

Se quiser ver o trailer, tem nesse post aqui.