Crítica: “Matrix”

Matrix é um clássico do Cinema de ficção científica e, como eu não gostava do gênero, nunca tinha parado pra assistir. Mas me rendi e vou confessar que gostei. O filme é realmente muito bem feito pra época (1999), e a história é envolvente.

Matrix conta a história de Neo, um hacker, que é contatado por um super hacker terrorista chamado Morpheus (Laurence Fishburne) e se envolve com os rebeldes. Com Morpheus ele descobre a realidade do mundo em que vive (e vou te dizer, é mind blowing! – ou seja, coisa de louco) e começa a luta contra o sistema. No meio disso tem um romancinho de Neo com Trinity (Carrie-Anne Moss), uma das rebeldes.

Achei a primeira parte do filme um pouco arrastada, mas quando tudo é revelado a coisa anda e fica bem envolvente. Os efeitos especiais são super bem feitos e a trilha sonora funciona. Por ter continuação, o filme acaba no melhor momento e deixa aquele ar de curiosidade e a vontade de assistir os outros Matrix.

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