Crítica: “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”!

Muito bem! Jack Sparrow está de volta depois do vexame do quarto filme da série Piratas do Caribe. Fiquei super decepcionada com o Navegando em Águas Misteriosas, então estava sem muitas expectativas para A Vingança de Salazar (só fiquei mais animada quando vi que iam trazer de volta Will Turner e Elizabeth Swann!).

Dessa vez a história começa com Henry Turner (Brenton Thwaites), filho de Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley), que procura um jeito de livrar seu pai da maldição de ser o capitão do Holandês Voador – aka novo Davey Jones – e só poder pisar em terra firme de 10 em 10 anos. É claro que Henry busca ajuda de Jack Sparrow (Johnny Depp), famoso pirata que viveu muitas aventuras ao lado de seu pai. São muitas confusões, e no meio disso tudo eles se juntam com Carina Smyth, vivida por Kaya Scodelario. Ela é uma astrônoma e busca a mesma coisa que eles: o Tridente de Poseidon. Só que eles não contavam com a presença do Capitão Salazar (Javier Bardem), exterminador de piratas e inimigo número 1 de Jack.

São muitas sequências divertidas, grandes cenas de batalhas de navios – que eu amo – e excelentes efeitos especiais. As atuações também são ótimas – dignas de um blockbuster. Gostei muito do vilão Salazar, vivido por Bardem, principalmente depois dos efeitos especiais. E Barbossa e sua tripulação estão demais de piratas ricos! E tudo acompanhado da trilha sonora mais incrível de todas, relembrando sempre a trilha do primeiro filme, composta por Klaus Badelt.

Achei ele no mesmo nível dos três primeiros filmes em relação ao roteiro e execução. Algumas coisas no roteiro foram um pouco forçadas, como a tentativa de fazer o novo casal como um “Will e Elizabeth” do futuro, mas ok. Por mim podiam ter pulado o quarto filme e ido direto para esse último! Ah, e tem cena após os créditos como os outros, uma dica para o próximo Piratas!

Sabe quando você sai feliz do cinema? Pois é. Piratas do Caribe não é um filme com uma super história para fazer pensar. É apenas um blockbuster que tem a intenção de divertir, é a volta do gênero épico de Capa e Espada (Swashbuckling). E é isso que ele faz com maestria: diverte.