Crítica: “Dunkirk”

Dunkirk é o mais novo filme do aclamado diretor Christopher Nolan que, entre outros, dirigiu a última franquia do Batman – a de maior sucesso.

Dunkirk conta como as tropas inglesas foram evacuados da região de Dunkirk na França, depois de serem encurraladas pelas tropas alemãs durante Segunda Guerra Mundial.

Nolan é um mestre da tensão aliando a direção, fotografia, edição e mais do que tudo a trilha sonora fantástica de Hans Zimmer (sou sua fã Zimmer!). São quase duas horas de tensão pura! A narrativa do filme não é linear, só percebi isso depois de uma determinada cena. São três narrativas desenvolvidas ao mesmo tempo: Mole (dique – terra), Sea (mar), and Air (ar). Os acontecimentos vão e voltam, e no início fica um pouco confuso de entender, mas depois as coisas se encaixam.

Para a produção, Nolan contou com atores excelentes como Kenneth Branagh, Mark Rylance, Tom Hardy (só reconheci no final), mas os “principais” (se eu posso colocar assim) são os novatos/desconhecidos Fionn Whitehead, Aneurin Barnard e – acredite ou não – o ex-One Direction Harry Styles (que faz um bom trabalho, por sinal). Mas Dunkirk não é um filme cheio de diálogos – muito pelo contrário. São as ações que contam a história já conhecida de um jeito único.

Dunkirk é um dos grandes candidatos ao Oscar do ano que vem, tanto pela qualidade técnica como artística. Quem aí já viu?

  • Oi Helena, ainda não assisti, mas estou bem empolgada para assistir em breve. Eu gosto de filmes com essa temática de guerra (desde que tenha um conteúdo minimamente crítico), então minha expectativa está lá no alto. Beijo, beijo :*

    Não Me Mande Flores

    • Oi Camila! Também gosto de filmes de guerra, vejo sempre. Acho que você vai gostar, Dunkirk é um filme muito bem construído. 🙂 Beijo!