Crítica: “A Bela e a Fera”

Depois de muita ansiedade pra ver o novo live action de princesas da Disney, finalmente chegou o dia de ir ao cinema pra ver A Bela e a Fera.

Emma Watson vive Bela, Dan Stevens é a Fera, Luke Evans é Gaston. Além disso, tem Ewan McGregor como Lumière, Ian McKellen como Horloge e Emma Thompson como Madame Samovar – que elenco de peso! Gostei muito das interpretações dos atores, que aceitaram o desafio de recriar um filme tão querido pelo público. Não preciso nem dizer que Emma tá maravilhosa né – e canta!

O roteiro é basicamente o mesmo do desenho: Bela acaba prisioneira no castelo da Fera em troca da liberdade de seu pai, que tinha sido preso por pegar uma rosa do jardim. Durante esse período, ela e a Fera se aproximam e se apaixonam. Gostei que tem mais sequências mostrando a aproximação dos dois do que no desenho.

Como o que aconteceu com Cinderela, o live action de A Bela e a Fera é bem parecido com a animação. Tem as mesmas músicas, com a adição de umas duas ou três para explicar algumas coisas que foram adicionadas ao roteiro, e até algumas falas são iguais.

Os efeitos especiais são bem feitos – se não fossem ia ser bem ruim, já que metade do elenco é animado. E os figurinos são incríveis – teve post sobre o vestido da Bela aqui. Acho que fiquei mais encantada com o visual do filme do que com a história em si.

Enfim, A Bela e a Fera é maravilhoso e já quero ver de novo pra prestar mais atenção nos detalhes porque a primeira vez foi muita emoção!

Se quiser ver o trailer, tem nesse post aqui.

Crítica: “Um Estranho no Ninho”

Um Estranho no Ninho é um filme de 1975 e tá em qualquer lista de filmes clássicos must-see que você achar por aí. É vencedor de 5 Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme em 1976.

O filme é uma adaptação do livro homônimo de Ken Kesey, que se inspirou em suas experiências de quando trabalhou em uma instituição psiquiátrica. Um Estranho no Ninho conta a história de Randle McMurphy, um preso que, alegando insanidade mental para escapar do trabalho da prisão, vai para uma instituição psiquiátrica. Lá, McMurphy vira o centro das atenções e começa uma revolução dos internados contra os enfermeiros e médicos – principalmente contra a enfermeira Ratched.

Um Estranho no Ninho foi dirigido por Milos Forman, diretor tcheco aclamado pela crítica. O ator Jack Nicholson vive um de seus papéis mais emblemáticos como McMurphy (não por acaso ele ganhou o Oscar de Melhor Ator do ano de 1976). O elenco também conta com Danny DeVito e Christopher Lloyd como internados e Louise Fletcher como a enfermeira chefe (papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz).

É um filme muito bem escrito, que não precisa de efeitos especiais e nem nada do tipo.

 

Crítica: “Matrix”

Matrix é um clássico do Cinema de ficção científica e, como eu não gostava do gênero, nunca tinha parado pra assistir. Mas me rendi e vou confessar que gostei. O filme é realmente muito bem feito pra época (1999), e a história é envolvente.

Matrix conta a história de Neo, um hacker, que é contatado por um super hacker terrorista chamado Morpheus (Laurence Fishburne) e se envolve com os rebeldes. Com Morpheus ele descobre a realidade do mundo em que vive (e vou te dizer, é mind blowing! – ou seja, coisa de louco) e começa a luta contra o sistema. No meio disso tem um romancinho de Neo com Trinity (Carrie-Anne Moss), uma das rebeldes.

Achei a primeira parte do filme um pouco arrastada, mas quando tudo é revelado a coisa anda e fica bem envolvente. Os efeitos especiais são super bem feitos e a trilha sonora funciona. Por ter continuação, o filme acaba no melhor momento e deixa aquele ar de curiosidade e a vontade de assistir os outros Matrix.

Crítica: “Aliados”

Brad Pitt e Marion Cotillard protagonizam o drama Aliados, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Brad é Max Vatan, um oficial canadense e Marion Cotillard é Marianne Beauséjour, uma espiã francesa da Resistência.

Max a Marianne se conhecem em Casablanca em uma missão perigosa, se apaixonam e vão morar na Inglaterra. Os problemas começam quando o serviço secreto começa a suspeitar de Marianne, e Max não acredita. A partir daí ele segue em busca da verdade sobre sua esposa.

O diretor Robert Zemeckis (Náufrago, O Expresso Polar, Forrest Gump) utilizou bem sua habilidade de contar histórias marcantes. Mesmo com toda a tensão da guerra, há momentos descontraídos no filme. E também tem ação, romance e muito drama. É um filme completo, no estilo filmão clássico de Hollywood.

Figurino

Aliados foi indicado ao Oscar 2017 pelo figurino, que realmente é maravilhoso.

Segundo a figurinista, Joanna Johnston, o figurino de Marianne é uma mistura das damas clássicas de Hollywood com a moda francesa da década de 1940. O figurino de Max também é bem no estilo clássico dos grandes galãs.