Crítica: “Um Estranho no Ninho”

Um Estranho no Ninho é um filme de 1975 e tá em qualquer lista de filmes clássicos must-see que você achar por aí. É vencedor de 5 Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme em 1976.

O filme é uma adaptação do livro homônimo de Ken Kesey, que se inspirou em suas experiências de quando trabalhou em uma instituição psiquiátrica. Um Estranho no Ninho conta a história de Randle McMurphy, um preso que, alegando insanidade mental para escapar do trabalho da prisão, vai para uma instituição psiquiátrica. Lá, McMurphy vira o centro das atenções e começa uma revolução dos internados contra os enfermeiros e médicos – principalmente contra a enfermeira Ratched.

Um Estranho no Ninho foi dirigido por Milos Forman, diretor tcheco aclamado pela crítica. O ator Jack Nicholson vive um de seus papéis mais emblemáticos como McMurphy (não por acaso ele ganhou o Oscar de Melhor Ator do ano de 1976). O elenco também conta com Danny DeVito e Christopher Lloyd como internados e Louise Fletcher como a enfermeira chefe (papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz).

É um filme muito bem escrito, que não precisa de efeitos especiais e nem nada do tipo.

 

Crítica: “Matrix”

Matrix é um clássico do Cinema de ficção científica e, como eu não gostava do gênero, nunca tinha parado pra assistir. Mas me rendi e vou confessar que gostei. O filme é realmente muito bem feito pra época (1999), e a história é envolvente.

Matrix conta a história de Neo, um hacker, que é contatado por um super hacker terrorista chamado Morpheus (Laurence Fishburne) e se envolve com os rebeldes. Com Morpheus ele descobre a realidade do mundo em que vive (e vou te dizer, é mind blowing! – ou seja, coisa de louco) e começa a luta contra o sistema. No meio disso tem um romancinho de Neo com Trinity (Carrie-Anne Moss), uma das rebeldes.

Achei a primeira parte do filme um pouco arrastada, mas quando tudo é revelado a coisa anda e fica bem envolvente. Os efeitos especiais são super bem feitos e a trilha sonora funciona. Por ter continuação, o filme acaba no melhor momento e deixa aquele ar de curiosidade e a vontade de assistir os outros Matrix.

Crítica: “Aliados”

Brad Pitt e Marion Cotillard protagonizam o drama Aliados, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Brad é Max Vatan, um oficial canadense e Marion Cotillard é Marianne Beauséjour, uma espiã francesa da Resistência.

Max a Marianne se conhecem em Casablanca em uma missão perigosa, se apaixonam e vão morar na Inglaterra. Os problemas começam quando o serviço secreto começa a suspeitar de Marianne, e Max não acredita. A partir daí ele segue em busca da verdade sobre sua esposa.

O diretor Robert Zemeckis (Náufrago, O Expresso Polar, Forrest Gump) utilizou bem sua habilidade de contar histórias marcantes. Mesmo com toda a tensão da guerra, há momentos descontraídos no filme. E também tem ação, romance e muito drama. É um filme completo, no estilo filmão clássico de Hollywood.

Figurino

Aliados foi indicado ao Oscar 2017 pelo figurino, que realmente é maravilhoso.

Segundo a figurinista, Joanna Johnston, o figurino de Marianne é uma mistura das damas clássicas de Hollywood com a moda francesa da década de 1940. O figurino de Max também é bem no estilo clássico dos grandes galãs.

Crítica: “La La Land”

Finalmente consegui assistir La La Land e fiquei apaixonada. Sabe aquele filme que você assiste sorrindo? La La Land é exatamente isso.

O filme conta a história de Mia (Emma Stone), uma atriz tentando a vida em Los Angeles (LA, por isso o nome do filme), e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de Jazz, que se apaixonam. La La Land mostra todo aquele processo delicioso de se apaixonar, os pequenos momentos e os grandes também. Enquanto isso, os dois buscam realizar seus sonhos nas profissões que escolheram.

O roteiro é muito bem elaborado, os personagens são ótimos e é claro que a escolha de atores não poderia ser melhor. Emma Stone e Ryan Gosling são excelentes atores e provaram ser mais do que isso cantando, dançando e tocando músicas apaixonantes.

Tem gente que achou exagerado o número de indicações ao Oscar, mas eu entendi o por quê de toda essa aclamação. São sequências muito bem boladas e executadas, a fotografia é uma coisa de linda, a direção de arte faz tudo combinar. É um filme esteticamente muito bem feito.

Figurino

Além de tudo lindo, o figurino de La La Land é incrível e faz tudo se encaixar ainda mais! A figurinista  Mary Zophres disse que queria figurinos românticos para os atores, já que La La Land é uma história de amor.

Os vestidos e saias de Mia são no estilo vintage, e foram desenhados e comprados pela produção para valorizar a silhueta da atriz. Além disso, todos os figurinos de dança foram pensados para isso, já que não é possível dançar com qualquer modelo de vestido.

O figurino de Sebastian também é voltado para o clássico por ele ser um músico apaixonado pelo Jazz original e pelos grandes artistas do gênero.

La La Land é um filme surpreendente e tocante. Não tem como não se emocionar e pensar sobre onde as nossas escolhas nos levam.