Crítica: “Deadpool”

Prepare-se pro filme de super-herói mais incomum que você vai ver. Deadpool não é nada convencional e o filme faz jus à sua classificação de 16 anos, com cenas e linguagem pesadas.

O filme em si não é tão diferente do que estamos acostumados a ver: um mercenário doente faz um tratamento arriscado e tem seu corpo transformado da pior forma possível. Um tempo depois, sua ex-namorada é sequestrada e ele faz de tudo para encontrá-la. Simples. Mas o que torna Deadpool Deadpool são: o personagem, muito bem interpretado por Ryan Reynolds, e o texto, com várias referências ao mundo atual, Hollywood, etc.

Com linguagem pesada e piadas de humor negro, Deadpool conquista o público mesmo com sua falta de tato com as pessoas e situações. Os personagens dos X-Men, Colossus e Negasonic, são o tempo todo zoados por Pool, que em um momento fala que só tem eles dois porque a produção não tinha dinheiro pra pagar os outros. Ri alto com essa!

Enfim, prepare-se para cenas pesadas com muito sangue, ator falando com a câmera e uma linguagem bem diferente do que estamos acostumados a ver nos filmes de super-heróis.

 

Crítica: “Sex and The City”

Acreditam que eu nunca tinha visto esse filme? Pois é. Agora entendo muitas referências de moda que o povo fala por aí, como por exemplo os sapatos Manolo Blahnik de Carrie.

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Sex and the City é uma continuação da série americana de mesmo nome, que foi ao ar de 1998 a 2004, e gira em torno de 4 amigas em Nova York. Mas mesmo quem nunca viu a série consegue entender a trama, que é explicada por Carrie no início do filme. As personagens principais são Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Samantha Jones (Kim Cattral), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon).

A personagem principal e narradora é Carrie. Ela é escritora e narra o filme como se fosse seu novo livro, e a linguagem é bem descomplicada. Sex and the City gira em torno das amigas em seus casamentos – ou quase casamentos. Depois de Carrie encontrar seu homem ideal, a quem ela chama de Big, ela prepara seu casamento do jeito que sempre quis, mas não dá tão certo como ela sonha. Enquanto isso suas amigas vivem seus dramas pessoais e familiares.

O filme é bem longo, parece que nunca vai acabar e o roteiro fica se esticando o tempo todo. A história é meio boba, mas é bom pra distrair a cabeça, admirar os looks, acessórios e sapatos, além de sonhar em visitar Nova York. E o filme faz jus ao título “Sex”, tem cenas bem picantes! Mas agora dá pra entender o por quê de as pessoas gostarem tanto de Sarah Jessica Parker, ela é bem carismática, ainda mais na pele de Carrie.

Figurino

O filme gira em torno da moda – tem inclusive uma cena onde elas vão à semana de moda de Nova York. As personagens são super estilosas e grifadas, cada estilo definindo bem a personalidade de cada uma. A figurinista responsável foi Patricia Field, que entende bem de moda e também assinou os figurinos de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e O Diabo Veste Prada – dois filmes fashionistas que eu adoro.

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O figurino é um tanto exagerado, mas combina com o mood do filme e das personagens. Ah, e elas estão sempre de salto, com muito glamour!

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Pra quem também nunca viu Sex and the City, segue o trailer!

Agora quero ver o Sex and the City 2 pra saber o que acontece com elas, parece que elas vão pra Abu Dhabi, fiquei curiosa pra ver os looks!

Beijos, Helena.

Crítica: “Um Senhor Estagiário”

No feriado assisti Um Senhor Estagiário (The Intern, 2015), com Robert De Niro e Anne Hathaway. Estava doida pra ver esse filme porque já tinha visto que a personagem de Anne Hathaway iria usar roupas fashionísticas tipo O Diabo Veste Prada, mas não esperava nada da história. E que filme fofo! Bem estilo comédia romântica – só que sem muito romance.

A história gira em torno de Ben (De Niro), um viúvo aposentado que, em busca de alguma coisa pra preencher o vazio de sua vida, se candidata à uma vaga de estagiário na empresa de Jules (Anne). A empresa é um e-commerce de roupas que cresceu incrivelmente em 1 ano e meio. Lá ele é designado para trabalhar com Jules, que não lhe dá muito papo. Ele então conquista todo mundo e se faz útil na empresa até Jules o notar.

A trama é bem montada, os personagens secundários são ótimos – fiquei com vontade de ver mais deles – e o personagem principal é um amor de pessoa! É um filme leve, despretensioso.

Além disso, Um Senhor Estagiário fala de um assunto importante: a dificuldade dos idosos se adaptarem à aposentadoria. Muitos acabam caindo em depressão por não achar o que fazer no tempo livre, ou não são considerados aptos para trabalhar novamente. E Ben prova que não é bem assim, que a experiência conta muito no trabalho.

Figurino

O figurino que foi tão falado é pura inspiração pra looks de trabalho mais casuais – e mais arrumadinhos também. São looks bem vida real e super de acordo com o que prega a personagem. Olhem só:

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Adorei as inspirações, e vocês? Ah, segue o trailer pra vocês verem!

Beijos e bom fim de semana!

 

Crítica: “O Grande Lebowski”

Se você gosta de filmes de humor sem noção, vai gostar desse. O Grande Lebowski (The Big Lebowski, 1998) é um filme dos diretores – e irmãos – Ethan e Joel Coen. O elenco é ótimo, contando com Jeff Bridges, Julianne Moore e Steve Buscemi, entre outros.

Quando “The Dude” Lebowski é confundido com um milionário com o mesmo sobrenome, uns caras entram em sua casa e o ameaçam a pagar uma dívida que não é dele fazendo xixi no seu tapete. Ele então vai até o Lebowski milionário pra reaver seu prejuízo/tapete e acaba se envolvendo em muitas confusões com seus amigos do boliche. E daí é uma série de bizarrices e humor nonsense até o final.

Achei que em alguns momentos o filme perde o fôlego e fica cansativo – acho que não é muito meu tipo de filme na verdade. Mas no geral eu gostei, principalmente das atuações – que são geniais. É impressionante como Julianne Moore é sempre maravilhosa – até fazendo papel bizarro!

Acho que se você tá a fim de ver uma coisa diferente, tá aí uma boa opção!

Beijos!