#5filmes de Quentin Tarantino!

Quentin Tarantino é um dos meus diretores preferidos. Seus filmes possuem diálogos intermináveis – e algumas vezes meio sem sentido – e sequências sangrentas. Além disso, ele sabe como ninguém construir personagens fortes e marcantes, sejam eles homens ou mulheres. Ah, e sempre trabalha com atores incríveis. Seus filmes são filmes inteligentes e esteticamente muito bem feitos, que renderam muitos prêmios. Na tag #5filmes de hoje trouxe os que mais gosto do diretor.

1 – Django Livre

Amo Django! Foi o primeiro filme do Tarantino que eu vi no cinema, e que filme! Tem crítica aqui. Django é um escravo liberto que volta à fazenda em que trabalhava para libertar sua esposa. No elenco estão Jamie Foxx (Django), Kerry Washington, Leo DiCaprio, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz.

2 – Bastardos Inglórios

Bastardos se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde um grupo de soldados judeus norte-americanos tramam um atentado ao comando nazista. Ao mesmo tempo, uma judia dona de um cinema trama uma vingança. Conta com Brad Pitt, Diane Kruger e Christoph Waltz, entre outros, no elenco.

3 – Os 8 Odiados

Que experiência incrível assistir a esse filme no cinema! Nesse faroeste, Samuel L. Jackson é Major Marquis Warren, um caçador de recompensas que se refugia de uma tempestade em uma espécie de choupana, com várias figuras estranhas. No elenco estão Channing Tatum, Kurt Russel e Jennifer Jason Leigh, entre outros. Também tem crítica, aqui.

4 – Kill Bill: Volume 1

Em Kill Bill, Uma Thurman é uma noiva que acorda de um coma de 4 anos e parte em busca de vingança contra quem tentou matá-la. Tem o Volume 2 (que ainda não vi), e o Volume 3, que foi anunciado!

5 – Pulp Fiction

1994. Esse é um dos mais clássicos do Tarantino. As vidas de dois assassinos de aluguel, a esposa de um gângster e um boxeador se encontram, criando situações bizarras. Não sei nem explicar direito! haha No elenco: Uma Thurman, John Travolta, Bruce Willis, Samuel L. Jackson, entre outros.

Quentin Tarantino é um apaixonado por cinema e revela isso nos seus filmes. Deu até vontade de rever alguns!

Crítica: “Um Estranho no Ninho”

Um Estranho no Ninho é um filme de 1975 e tá em qualquer lista de filmes clássicos must-see que você achar por aí. É vencedor de 5 Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme em 1976.

O filme é uma adaptação do livro homônimo de Ken Kesey, que se inspirou em suas experiências de quando trabalhou em uma instituição psiquiátrica. Um Estranho no Ninho conta a história de Randle McMurphy, um preso que, alegando insanidade mental para escapar do trabalho da prisão, vai para uma instituição psiquiátrica. Lá, McMurphy vira o centro das atenções e começa uma revolução dos internados contra os enfermeiros e médicos – principalmente contra a enfermeira Ratched.

Um Estranho no Ninho foi dirigido por Milos Forman, diretor tcheco aclamado pela crítica. O ator Jack Nicholson vive um de seus papéis mais emblemáticos como McMurphy (não por acaso ele ganhou o Oscar de Melhor Ator do ano de 1976). O elenco também conta com Danny DeVito e Christopher Lloyd como internados e Louise Fletcher como a enfermeira chefe (papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz).

É um filme muito bem escrito, que não precisa de efeitos especiais e nem nada do tipo.

 

Crítica: “Matrix”

Matrix é um clássico do Cinema de ficção científica e, como eu não gostava do gênero, nunca tinha parado pra assistir. Mas me rendi e vou confessar que gostei. O filme é realmente muito bem feito pra época (1999), e a história é envolvente.

Matrix conta a história de Neo, um hacker, que é contatado por um super hacker terrorista chamado Morpheus (Laurence Fishburne) e se envolve com os rebeldes. Com Morpheus ele descobre a realidade do mundo em que vive (e vou te dizer, é mind blowing! – ou seja, coisa de louco) e começa a luta contra o sistema. No meio disso tem um romancinho de Neo com Trinity (Carrie-Anne Moss), uma das rebeldes.

Achei a primeira parte do filme um pouco arrastada, mas quando tudo é revelado a coisa anda e fica bem envolvente. Os efeitos especiais são super bem feitos e a trilha sonora funciona. Por ter continuação, o filme acaba no melhor momento e deixa aquele ar de curiosidade e a vontade de assistir os outros Matrix.