Crítica: “Um Estranho no Ninho”

Um Estranho no Ninho é um filme de 1975 e tá em qualquer lista de filmes clássicos must-see que você achar por aí. É vencedor de 5 Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme em 1976.

O filme é uma adaptação do livro homônimo de Ken Kesey, que se inspirou em suas experiências de quando trabalhou em uma instituição psiquiátrica. Um Estranho no Ninho conta a história de Randle McMurphy, um preso que, alegando insanidade mental para escapar do trabalho da prisão, vai para uma instituição psiquiátrica. Lá, McMurphy vira o centro das atenções e começa uma revolução dos internados contra os enfermeiros e médicos – principalmente contra a enfermeira Ratched.

Um Estranho no Ninho foi dirigido por Milos Forman, diretor tcheco aclamado pela crítica. O ator Jack Nicholson vive um de seus papéis mais emblemáticos como McMurphy (não por acaso ele ganhou o Oscar de Melhor Ator do ano de 1976). O elenco também conta com Danny DeVito e Christopher Lloyd como internados e Louise Fletcher como a enfermeira chefe (papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz).

É um filme muito bem escrito, que não precisa de efeitos especiais e nem nada do tipo.

 

Crítica: “Aliados”

Brad Pitt e Marion Cotillard protagonizam o drama Aliados, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Brad é Max Vatan, um oficial canadense e Marion Cotillard é Marianne Beauséjour, uma espiã francesa da Resistência.

Max a Marianne se conhecem em Casablanca em uma missão perigosa, se apaixonam e vão morar na Inglaterra. Os problemas começam quando o serviço secreto começa a suspeitar de Marianne, e Max não acredita. A partir daí ele segue em busca da verdade sobre sua esposa.

O diretor Robert Zemeckis (Náufrago, O Expresso Polar, Forrest Gump) utilizou bem sua habilidade de contar histórias marcantes. Mesmo com toda a tensão da guerra, há momentos descontraídos no filme. E também tem ação, romance e muito drama. É um filme completo, no estilo filmão clássico de Hollywood.

Figurino

Aliados foi indicado ao Oscar 2017 pelo figurino, que realmente é maravilhoso.

Segundo a figurinista, Joanna Johnston, o figurino de Marianne é uma mistura das damas clássicas de Hollywood com a moda francesa da década de 1940. O figurino de Max também é bem no estilo clássico dos grandes galãs.

Crítica: “La La Land”

Finalmente consegui assistir La La Land e fiquei apaixonada. Sabe aquele filme que você assiste sorrindo? La La Land é exatamente isso.

O filme conta a história de Mia (Emma Stone), uma atriz tentando a vida em Los Angeles (LA, por isso o nome do filme), e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de Jazz, que se apaixonam. La La Land mostra todo aquele processo delicioso de se apaixonar, os pequenos momentos e os grandes também. Enquanto isso, os dois buscam realizar seus sonhos nas profissões que escolheram.

O roteiro é muito bem elaborado, os personagens são ótimos e é claro que a escolha de atores não poderia ser melhor. Emma Stone e Ryan Gosling são excelentes atores e provaram ser mais do que isso cantando, dançando e tocando músicas apaixonantes.

Tem gente que achou exagerado o número de indicações ao Oscar, mas eu entendi o por quê de toda essa aclamação. São sequências muito bem boladas e executadas, a fotografia é uma coisa de linda, a direção de arte faz tudo combinar. É um filme esteticamente muito bem feito.

Figurino

Além de tudo lindo, o figurino de La La Land é incrível e faz tudo se encaixar ainda mais! A figurinista  Mary Zophres disse que queria figurinos românticos para os atores, já que La La Land é uma história de amor.

Os vestidos e saias de Mia são no estilo vintage, e foram desenhados e comprados pela produção para valorizar a silhueta da atriz. Além disso, todos os figurinos de dança foram pensados para isso, já que não é possível dançar com qualquer modelo de vestido.

O figurino de Sebastian também é voltado para o clássico por ele ser um músico apaixonado pelo Jazz original e pelos grandes artistas do gênero.

La La Land é um filme surpreendente e tocante. Não tem como não se emocionar e pensar sobre onde as nossas escolhas nos levam.

Os looks bafo da after party do Oscar

Pra quem achou que as moçoilas do Oscar não se esforçaram tanto no red carpet, vieram as amigas na after party e pá! Lacraram! Vem ver:

BEVERLY HILLS, CA - FEBRUARY 28: Recording artist Taylor Swift attends the 2016 Vanity Fair Oscar Party Hosted By Graydon Carter at the Wallis Annenberg Center for the Performing Arts on February 28, 2016 in Beverly Hills, California. (Photo by Pascal Le Segretain/Getty Images)

Que escândalo esse vestido da Taylor Swift! Amei a combinação preto + dourado nos acessórios. Super elegante.

Lily Collins provando que morenas também ficam bem de dourado! Não amo o shape do vestido, mas o conjunto da produção tá lindo. Fica a inspiração da make em tons de marrom!

Kate Hudson, querida, fez falta no tapete vermelho! Que vestido! Alô alô plissado!

A Heidi Klum poderia muito bem ter ido na premiação com esse vestido hein, adorei essa estampa azul!

Gwen Stefani com o boy a tiracolo e apenas DIVANDO com esse vestido vermelho! É ousado? É! Mas ela pode! É disso que eu tava falando quando disse que queria bordados, plumas e paetês no red carpet.

A gravidíssima Anne Hathaway não apareceu na premiação como de costume, mas deu o ar da graça na after party com esse look fabuloso!

diane krugerDiane também fez falta! E que vestido é esseeeeeeee!!! Ela tá vestindo uma obra de arte!!!

Achei uma fofura esse vestido lúdico da Emma Roberts.

E a cota brasileira Ale Ambrósio arrasante no veludo, apenas!

Achei bem melhores os looks da festa da Vanity Fair! E vocês, o que acharam das escolhas das celebs?

Créditos: site da Vogue