Review: Batom Balm Natura Aquarela

Os batons em formato de caneta andaram fazendo sucesso por aí, principalmente o Velvet Matte Lip Pencil Nars (ainda irei comprar um)!


velvet matte nars

Outras marcas entraram na onda e uma delas foi a Natura, com seu Batom Balm da linha Aquarela. Ao contrário do da Nars, o da Natura tem cobertura cremosa, mas é porque ele é super hidratante!
Uma super amiga minha que é consultora aqui em Niterói (se quiserem o contato dela me avisem nos comentários que eu mando!) me deu algumas coisitas pra testar e eu AMEI esse batom! Fiquei chocada com a pigmentação dele, olhem só:

batom balm natura

Além de ser realmente hidratante, ele cobre bem a boca e é bem fácil de passar.
O bom é que o precinho é super amigo, saindo por R$ 34,90 e são 8 cores (mês que vem serão lançadas mais!), que você pode ver aqui.

Tá aprovadíssimo! E vocês, conhecem essa linha da Natura? Gostam de batons em caneta? Me contem! 

Crítica: A Incrível História de Adaline + detalhes do figurino

Estava ansiosa pra ver A Incrível História de Adaline por motivos de: Blake Lively, aka Serena Van Der Woodsen, que faz a personagem-título. Na divulgação do filme ela participou de vários eventos nos EUA e arrasou com os looks, que deixaram as revistas de moda e blogs em polvorosa – e que você confere aqui!  O seu par romântico no filme é o Daario Naharis em Game of Thrones – o nome do ator é Michiel Huisman – e eles formam um belo par! Pronto, gente bonita já me ganha.

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A história é bem inverossímil: Adaline sofre um acidente e pára de envelhecer, ficando pra sempre com carinha e corpinho de 29 anos. Isso acarreta uma série de problemas pra sua vida, como não poder se relacionar com as pessoas, que acabam achando estranho o fato de ela não envelhecer e é claro, morrem antes dela. Após mostrar o seu acidente e as consequências, o filme vai para os dias atuais, quando Adaline conhece Ellis e acaba se relacionando com ele, quebrando sua rotina de vida eterna e balançando suas estruturas.  O roteiro tem umas coisas bem inesperadas – que eu não posso contar senão estraga a surpresa – mas acho que em determinado momento o filme perde um pouco o fôlego e o final acaba ficando acelerado. Porém, o resultado final é bom! O elenco também é bom, e conta com Harrison Ford – que nunca tá de brincadeira, então prepare-se para emoções. Pra quem gosta de filmes românticos tipo Diário de Uma Paixão, é bem nesse estilo de drama, só um pouco menos intenso.

Figurino

Blake Lively é diva sempre! Detalhe para a Direção de Arte e figurino dos personagens – tudo incrível, uma verdadeira aula de história da moda. Como a personagem vive muitos anos, seus looks variam muito de acordo com a época em que ela está, só que mantendo a pegada mais pra vintage! Vemos vestidos acinturados e casaquinhos de vovó, mas também longos deslumbrantes.

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Crítica: Divertida Mente

No último sábado fui convidada pelo Plaza Niterói – muito obrigada! Divertida Mente, a última produção da Disney Pixar. Sou suspeita pra falar porque sempre amo os filmes da Pixar, e esse é especial.

A história gira em torno dos sentimentos Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, que habitam a mente da menina Riley. Após uma mudança, a Alegria e a Tristeza acabam sendo expelidas da Sala de Controle, e tentam voltar para consertar a situação, que não consegue ser controlada pelos outros sentimentos.

Por mais que seja um filme divulgado para as crianças, também agrada os adultos. Além de muitas risadas, também há momentos tristes e de reflexão sobre a infância, os sentimentos e amadurecimento. O que me impressionou foi a versatilidade e criatividade do roteiro, que nos leva a sentir diversas emoções durante o filme, com piadas hilárias e cenas tristes. Os personagens são super fofos e bem desenvolvidos: cada um tem sua cor e personalidade própria. Aliás, o trabalho das cores do filme é incrível!

Pra mim, Divertida Mente é um dos melhores filmes da Pixar, e está na minha lista de melhores animações da produtora junto com Up e Ratatuille. Imperdível.
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Crítica: The Maze Runner

Indo na mesma onda de Jogos Vorazes e Divergente, The Maze Runner (no Brasil Maze Runner: Correr ou Morrer) é mais um filme adaptado de um livro bestseller de ficção científica/aventura, onde jovens têm que realizar proezas para alcançar algum objetivo em um mundo devastado. Nesse caso, Thomas é colocado sem memória em uma comunidade só de meninos. Depois de descobrir que eles estão em um imenso labirinto com muitos perigos, Thomas quer reunir forças com seus novos amigos para que eles escapem de lá e descubram o por quê de estarem todos confinados nessa comunidade. O papel principal é de Dylan O’Brien – nunca tinha visto nada com ele, mas gostei – e os outros também não conheço. O único ator que eu conhecia era o Thomas Brodie Sangster, que fez Jojen Reed em Game of Thrones. Apesar do elenco “desconhecido”, eles formam um grupo coeso, que trabalha bem. As cenas de ação são bem tensas e bem dirigidas, com ótimos efeitos. Pra quem gosta do gênero, é um filme que entretêm, e tem uma continuação vindo por aí em 2015.

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